Archive for Julho, 2008

Estrelícia ou Flor do Paraíso [Uma flor linda]

Resumo:

A estrelícia é uma flor colorida e de longa duração, que tem o formato que lembra uma ave colorida.

Originária da África do Sul, a Esterlicia, é uma planta que pode chegar a um metro e meio de altura, capaz de produzir de 5 a 8 flores ao mesmo tempo por muda, durante todo o ano, desde que cultivada sob luz solar intensa.

Popularmente, ela é mais conhecida como “ave-do-paraíso”, recebendo também outros nomes dependendo da região, mas seu nome botânico é Strelitzia Reginae. Segundo se sabe, o nome ’strelitzia’ foi escolhido em homenagem à rainha Charlotte Sophia, duquesa de Mecklenburg Strelitz e esposa do rei George III, da Inglaterra.

O gênero Strelitzia pertence à família das Musáceas e compreende inúmeras espécies, todas originárias da África do Sul.

1 comment Quinta-feira, 24 Julho, 08

Papo canino… (Bozo…bozo…bozolinaaa…rs)

Debaixo de uma árvore de Natal toda iluminada, um cachorro fala com o outro:
— Finalmente colocaram luz no banheiro!

1 comment Segunda-feira, 21 Julho, 08

O Coelho e a Cobra (por Bozolinaaaaa…rs)

O coelhinho tropeça numa cobra e logo se justifica:
— Desculpe! É que eu não te vi… Sou cego!
— Não tem problema! — ameniza a cobra. — Eu também não te vi… Também sou cega. Que tipo de animal é você?
— Não sei! Quer me apalpar pra ver se você descobre?
— Quero! Hummm… você é macio… Fofinho… Tem orelhas longas… Focinho pequeno… Já sei! Você deve ser um coelhinho!
— Que legal! E você, que bicho você é?
— Também não sei! Por que você não tenta descobrir?
— Opa, vamos lá… Hummm… Você é escorregadio… Grosso… Frio… Duro… Acho que você é um advogado!

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A alegria dos bebês

Add comment Segunda-feira, 21 Julho, 08

******Assistam o filme Wall-E******

E se a humanidade tivesse que deixar a Terra e alguém esquecesse de desligar o último robô?

O escritor e diretor, ganhador do prêmio da Academia Andrew Stanton (Procurando Nemo) e os criativos contadores de histórias e gênios técnicos dos Estúdios Pixar Animation (Os Incríveis, Carros, Ratatouille) transportam o público para uma galáxia não muito distante para um novo e cósmico desenho animado de computação gráfica sobre um determinado robô chamado WALL-E.

Depois de centenas de anos sozinho fazendo o que foi projetado para fazer limpar o planeta WALL-E (abreviação de Waste Allocation Load Lifter Earth-Class, que em português é: Localizador e Coletor de Lixo Classe Terrestre) descobre um novo propósito na vida (além de coletar sucata) quando encontra uma bela robô de busca chamada EVE. WALL-E e EVE viajam através da galáxia e põem em movimento uma das mais eletrizantes e criativas comédias de aventura já levadas para as telas do cinema.

Junto com WALL-E em sua fantástica jornada através do universo de visões nunca antes imaginadas do futuro está um elenco hilariante de personagens que inclui uma barata de estimação e uma heróica equipe de robôs desajustados e defeituosos.

Repleto de surpresas, ação, humor e emoção, WALL-E foi escrito e dirigido por Andrew Stanton, produzido por Jim Morris, co-produzido por Lindsey Collins e apresenta o desenho de som original e inovador do vencedor do prêmio da Academia Ben Burtt (Guerra nas Estrelas, Indiana Jones, E.T. – O Extraterrestre).

1 comment Quinta-feira, 17 Julho, 08

Filhotes de leão branco…

Fofinhosss

Quero um desse pra mimmmm...;o)

O zoológico de Schloss-Holte Stukenbrock, na Alemanha, está comemorando um evento duplamente raro: duas leoas brancas deram à luz simultaneamente, de forma que o parque agora abriga sete filhotes de pelagem branca. O aspecto único dos bichos se deve a um gene recessivo, resultado de uma mutação natural. Não existem mais leões brancos na natureza, embora haja algumas centenas de representantes da variedade em cativeiro no mundo. Três dos bebês foram rejeitados pela mãe e estão sendo alimentados com mamadeiras.

2 comments Quarta-feira, 16 Julho, 08

Uma história repugnante – Carlos Heitor Cony ( 11/04/08 )

Trabalho jornalístico fala sobre o último elo de uma cadeia: o destino final dos fetos

DOIS JORNALISTAS ingleses, Michel Litchfield e Susan Kentish, fizeram há tempos uma ampla pesquisa sobre a indústria do aborto em Londres. O resultado foi um livro que causou espanto e merece, ao menos, uma reflexão de todos os que se preocupam com o assunto. “Babies for Burning” (bebês para queimar, editado pela Serpentine Press, de Londres) não é um ensaio sobre o aborto, mas um trabalho jornalístico sobre o último elo de uma cadeia: o destino final dos fetos que anualmente são retirados de ventres que não desejam ou não podem ter filhos ou “aquele filho”.
No caso da Inglaterra, já existe uma lei, o “Abortion Act”, de 1967, que permite a interrupção do processo de gravidez pela eliminação mecânica.
Os autores souberam, por meio de informações esparsas, que a indústria do aborto, como qualquer indústria moderna, tinha uma linha de subprodutos: a venda de fetos humanos para as fábricas de cosméticos. Durante a Segunda Guerra, os nazistas também exploraram esse ramo do negócio: matavam judeus aos milhões e aproveitavam a pele e a escassa gordura das vítimas para uma linha de subprodutos que iam de bolsas feitas de pele humana a sabões que lavavam os uniformes do Exército do 3º Reich.
Os ingleses não chegam a ser famosos pelas bolsas que fabricam, mas pelo chá e pelos sabonetes -os melhores do mundo.
Um “english soap” sempre me causou pasmo pela maciez, a consistência da espuma, a sensação de limpeza que dá a pele. Não podia suspeitar que tanto requinte pudesse ter -em alguns deles- as proteínas que só se encontram na carne -e carne humana por sinal. Desde que li o livro, cortei drasticamente dos meus hábitos de higiene o uso dos bons e estimulantes sabonetes ingleses. Aderi ao sabão de coco, honestamente subdesenvolvido, com cheiro de praia do Nordeste e eficácia múltipla, na cozinha ou no toucador.
Contam os jornalistas: “Quando nos encontramos em seu consultório, o ginecologista pediu à sua secretária que saísse da sala. Sentou-se ao lado de Litchfield, o que melhorou a gravação, pois o microfone estava dentro da sua maleta. O médico mostrou uma carta:
- “Este é um aviso do Ministério da Saúde”, disse, com cara de enfado. “As autoridades obrigam a incineração dos fetos… não devemos vendê-los para nada… nem mesmo para a pesquisa cientifica… Este é o problema….”
- “Mas eu sei que o senhor vende fetos para uma fábrica de cosméticos e… e estou interessado em fazer uma oferta… também quero comprá-los para a minha indústria…”
- “Eu quero colaborar com o senhor, mas há problemas… Temos de observar a lei… As pessoas que moram nas vizinhanças estão se queixando do cheiro de carne humana queimada que sai do nosso incinerador. Dizem que cheira como um campo de extermínio nazista durante a guerra.”
E continuou: “Oficialmente, não sei o que se passa com os fetos. Eles são preparados para serem incinerados e depois desaparecem. Não sei o que acontece com eles. Desaparecem. É tudo.”
- “Por quanto o senhor está vendendo?”
- “Bem, tenho bebês muito grandes. É uma pena jogá-los no incinerador. Há uso melhor para eles. Fazemos muitos abortos tardios, somos especialistas nisso. Faço abortos que outros médicos não fazem. Fetos de sete meses. A lei estipula que o aborto pode ser feito quando o feto tem até 28 semanas. É o limite legal. Se a mãe está pronta para correr o risco, eu estou pronto para fazer a curetagem. Muitos dos bebês que tiro já estão totalmente formados e vivem um pouco antes de serem mortos.
Houve uma manhã em que havia quatro deles, um ao lado do outro, chorando como desesperados. Era uma pena jogá-los no incinerador porque tinham muita gordura que poderia ser comercializada. Se tivessem sido colocadas numa incubadeira poderiam sobreviver mas isso aqui não é berçário.
Não sou uma pessoa cruel, mas realista. Sou pago para livrar uma mulher de um bebê indesejado e não estaria desempenhando meu oficio se deixasse um bebê viver. E eles vivem, apesar disso, meia hora depois da curetagem. Tenho tido problemas com as enfermeiras, algumas desmaiam nos primeiros dias.”


 
Nota: Uma tradução foi publicada no Brasil pelas Edições Paulinas, em 1985.

1 comment Segunda-feira, 7 Julho, 08

CURSINHO POSITIVO

O Curso Positivo prepara melhor, por isso aprova mais.

O Curso Positivo oferece tudo o que você precisa para seu sucesso no vestibular: o maior número de aulas, a melhor equipe de professores, eventos especiais, aulas voltadas para as provas específicas da UFPR (incluindo Filosofia e Sociologia), material didático completo, vestibulares simulados, professores assistentes, uma grande infra-estrutura e muito mais. Tudo isso sem deixar que o preço estrague sua comemoração.

Semi-Extensino de 2º Semestre - ”Sua tribo é aquiiiiii” rs

 

 

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Serenidade

Serenidade – De acordo com a filosofia do Livro das Mutações, O I Ching, a felicidade é um estado de espírito alcançado quando passamos a valorizar aquilo que temos e controlamos a nossa ansiedade em relação àquilo que não temos. Se você, acha que há algo de errado com a sua aparência ou com seu relacionamento, trabalho ou estilo de vida, fique sabendo que a maioria das pessoas neste mundo age igual a você: ninguém está satisfeito com aquilo que dispõe. Todo mundo queria ser outra coisa, outra pessoa, ser mais alto, mais baixo, mais loiro, mais moreno… É esta falta de aceitação de si que gera a infelicidade. Entretanto, a imagem do lago é uma imagem de serenidade e sugere que neste momento de sua vida você encontrará seu centro de tranqüilidade a partir da atitude da aceitação de quem você é e daquilo que pode dispor no presente. A ironia é que, à medida que serenamos a mente, começamos a obter as coisas que antes nos causavam tanta angústia. Uma grande felicidade se avizinha de você, mas ela demanda tranqüilidade prévia.

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